Regiões semiáridas do Planeta compartilham saberes

Atualizado: 1 de Fev de 2019


Famílias beneficiárias e envolvidos na construção da primeira cisterna de placas, em El Salvador (Foto: Hugo Lima)

As tecnologias sociais construídas há anos pela sociedade civil brasileira organizada, através da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), agora fazem parte da realidade de Cantón San Bartolo, comunidade rural da municipalidade de Guatajiagua, no Departamento de Morazán, Oriente de El Salvador. Este é um dos países integrantes do Corredor Seco, região semiárida que se estende pela América Central. O intercâmbio juntou diversos pedreiros locais, representantes comunitários e escolares, representantes das prefeituras da região, além da comitiva de técnicos e gestores da FAO, organismo da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, e da ASA Brasil, em nove dias de muito trabalho e troca de informações, entre os dias 5 e 14 de novembro.


A atividade é mais uma etapa da parceria entre a FAO e a ASA, que criou oportunidades de troca de saberes entre salvadorenhos, guatemaltecos e brasileiros que vivem em áreas semiáridas. Ao mesmo tempo em que a Oficina de Construção de Tecnologias Sociais foi realizada em El Salvador, a mesma atividade também foi feita na Guatemala, protagonizada por grupo de mulheres cisterneiras do Semiárido brasileiro.


Marcos Jacinto, da coordenação executiva da ASA Brasil pelo estado do Ceará, destaca a importância da troca de experiências com a implantação da cisterna e do biodigestor para ambas as partes envolvidas no intercâmbio. “Com esse intercâmbio, eles poderão entender e conhecer todo o processo de construção, a importância, o papel que tem essas tecnologias e, a partir disso, fazer as adaptações que são necessárias para o solo, para o clima, para as características gerais deles. Poderão perceber também que é possível construir um projeto com maior amplitude, como no Brasil existem o P1MC, o P1+2, o Cisternas nas Escolas e o Sementes do Semiárido. E também, nós estamos aprendendo com as experiências que eles têm, como eles vêm construindo suas alternativas de convivência”, comentou Marcos Jacinto.

Fonte: www.asabrasil.org.br

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