Combate à Cochonilha do Carmim agora cabe aos agricultores


Palma forrageira (foto cedida)

O Agrônomo Damião Santos, do Seapac, participou de reunião da Microrregional do Trairi, tendo como principal assunto de pauta o problema gerado pela praga Cochonilha do Carmim. Essa praga afeta a produção de palma forrageira, naquela região. Um dos problemas a mais para os agricultores que cultivam a palma naquela região é o fato de a EMPARN e o IDIARN, órgãos do Governo Estadual, considerarem a cochonilha do carmim como uma praga comum.


Essa definição da cochonilha do carmim como praga comum foi feita pela portaria com a Instrução Normativa 23/2017, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Outra instrução normativa, a de número 38/2018, também do MAPA, atualizou as pragas quarentenárias e a cochonilha não consta nessa classificação. Por isso, tornou-se uma praga comum. Com isso, o combate à praga é de inteira responsabilidade dos próprios agricultores.


Segundo o agrônomo Fabrício Edino, do Núcleo do Seapac no Alto Oeste, atualmente a EMPARN faz experiência no campo do controle da Cochonilha do Carmim usando óleo. “Os resultados são animadores quanto ao controle”, comenta Fabrício. No ano passado, a EMPARN distribuiu sementes das variedades Orelha de Elefante e Miúda, espécies palmas resistentes à Cochonilha do Carmim.

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