Ato Político reúne agricultores pela aprovação da Lei de Agroecologia


No Legislativo da Bahia, agricultores familiares, movimentos e organizações pedem implementação da Política Agroecológica (Foto: Alan Suzart, arquivo Asa Bahia)

Mais de 200 agricultores familiares e representantes de movimentos e organizações sociais que atuam no fortalecimento da agricultura familiar da Bahia se reuniram no Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, num ato político na Assembleia Legislativa da Bahia. O objetivo foi cobrar a aprovação e a implementação da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica na Bahia. A iniciativa foi promovida junto à Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia e o deputado estadual Marcelino Galo, proponente da iniciativa. O projeto se encontra na Casa Civil e há uma pressão da sociedade para que seja encaminhado pelo Governo do Estado para aprovação na Assembleia Legislativa.


O ato político teve uma palestra sobre "Transição Ecológica – Caminhos da Sustentabilidade", com Márcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Ábramo, economista, professor da Unicamp e responsável por elaborar o plano de governo de Fernando Haddad nesta temática. O economista falou sobre a necessidade da transição ecológica para um ambiente sustentável e sobre o atual modelo de consumo. “Não é possível que a produção de bens materiais continue a todo vapor, porque isso significa o esgotamento dos bens naturais e a ameaça da vida. As políticas até hoje criadas só mitigam o problema ambiental, mas não interrompe esse modelo feroz de produção e consumo. É necessário passarmos pela transição ecológica e que esta seja o centro de uma perspectiva de sociedade, seja na educação, saúde ou em outras áreas”, disse Márcio.


O deputado estadual Marcelino Galo, proponente da iniciativa, falou sobre a importância da implementação da política estadual. “A agroecologia propõe a utilização dos bens naturais, com respeito aos processos ambientais no ciclo produtivo. Esta atitude perpassa o cuidado com os rios, as florestas, os mananciais, biomas, que não podem ser tratados como mercadoria. Precisamos instituir políticas públicas para garantir a implantação de ações permanentes do poder público, que preservem a natureza, de forma a garantir a justiça ambiental”.

Fonte: www.asabrasil.org.br

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