Lares com crianças e adolescentes são os mais afetados com a crise durante a pandemia


(Foto: Amanda Perobelli/REUTERS)


Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), 9 milhões de brasileiros deixaram de comer em decorrência da crise econômica causada pela pandemia. A pesquisa foi realizada com adultos que vivem com crianças e adolescente entre 4 e 17 anos, e mostra que os jovens tiveram, de forma qualitativa e quantitativa, suas alimentações afetadas.


A chefe de saúde do Unicef Brasil, Cristina Albuquerque, alerta para o surgimento de uma nova "epidemia da obesidade", já que quase metade (49%) dos entrevistados alegaram um aumento no consumo de alimentos ultraprocessados e fast food, o que eleva o risco de obesidade entre adolescentes e crianças. Estes têm a situação nutricional ainda mais afetados com falta de acesso aos programas de distribuição de alimentos.


O desemprego, provavelmente, foi o maior agravante para esse problema alimentar. Já que houve um declínio de cerca de 15% dos participantes da pesquisa que afirmaram estar empregados (50%), em comparação aos que tinham um emprego antes da pandemia (64%). E os lares com crianças e adolescentes foram ainda mais prejudicados, ceca de 63% tiveram queda no rendimento. Em 25% desses lares, a renda diminui pela metade. Nas casas sem crianças, a mesma redução foi observada por 14%.



Fonte: El país

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